Componentes: Joyce Bispo, Milena Oliveira, Mateus Mendes, Edilane Faleta, Thaís Oliveira e Dênis Fábio.
''A economia colaborativa e o impacto no mercado Formal''
''A economia colaborativa e o impacto no mercado Formal''
A economia colaborativa vem crescendo cada dia mais, junto com a tecnologia e a comunicação que possibilita o avança desse processo. Novas formas de negociações, compras, vendas, trocas e acesso a outras ferramentas, desperta o interesses de muitos consumistas, e rompe com antigas formas de negócios.
Novas empresas estão surgindo, antigas empresas buscam uma forma de adaptação ou se unem a outras empresas com o objetivo de desenvolver estratégias para continuar nessa disputa. Prestadores de serviços, fomentadores de mercado e provedores de plataforma são alguns opções que quanto mais concentrada, mais a possibilidade de sucesso. Mas como fica a situação do mercado formal? Quando consumistas começam a notar que podem ter uma ligação direta com a fonte de interesse, sem ter que pagar preços adicionais e que as vantagens de ter um serviço, que possibilita um meio melhor, mais seguro e mais claro de negociação e que se pode lucrar, eles deixam de depender do mercado formal. O que faz mudar completamente a forma econômica de um país e que leva a nova forma de gerar capital.
Se pararmos para fazer uma analise da atual crise, muitas pessoas encontram-se em desvantagens, enquanto outras encontram uma oportunidade de crescimento. Por meio desse processo muitas pessoas utilizam das redes sócias, e sites de trocas, estabelecendo um contato que permiti uma ida e vinda de ideias e um encontro de interesses que antes eram dispensados e agora podem ser uteis.
A economia colaborativa é um setor moderno onde a reutilização de produtos é o conceito simples. Com a tecnologia avançada que se tem hoje é possível se comunicar cada vez mais rapidamente o que beneficia este setor.
Em tempos de crise, como o atual, a economia colaborativa é de grande utilidade, já que envolve a troca de bens de consumo, bens estes que seriam comprados em grandes empresas.
Apesar de moderno e muito promissor, este tipo de serviço não é novo, já que desde a muito tempo já ocorria os chamados " aluguéis " onde o mesmo produto é utilizado várias vezes por variadas pessoas, assim como também a redistribuição, onde são vendidos produtos usados ou semi-novos.
Muitos sites na Internet criados para atender esta categoria são úteis visto que facilitam a divulgação dos bens que serão vendidos em grande de forma mais ampla, atingindo um número maior de pessoas. Outro fator interessante é o compartilhamento de conhecimento, onde pode- se trocar o aprendizado de um curso, por exemplo, enquanto ensina inglês a alguém, este te ensina a tocar violão, a ideia é essa. Isso evita a despesa de um curso, poupando assim o bolso do indivíduo.
Trata-se de o compartilhamento de serviços ou produtos que podem variar de alugueis, compartilhamento, troca de objetos ou alugar um comodo de sua casa.
A economia colaborativa no Brasil cria um grande receio e medo na população se ate empresas as vezes não cumprem o proposto porque uma pessoa comum cumpriria? Com todo esse receio é preciso de algum meio que assegure a relação de negocio, essa tarefas vem principalmente de aplicativos por serem práticos acessíveis e muitas vezes contarem com um recurso de avaliação que julga o contratante e o fornecedor do serviço ou produto, se ocorrer algo errado com o compartilhamento, como a quebra do produto ou serviço de baixa qualidade o usuário pode dar sua avaliação de forma negativa avisando futuros contratantes ou fornecedores, o mesmo pode acontecer se tudo ocorrer bem, o usuário pode dar sua avaliação positiva aumentando assim a divulgação.
Com tanta praticidade dada pelos aplicativos torna-se fácil surgir a economia colaborativa no Brasil, o único ponto de contrapartida é a falta da cultura de compartilhar, quadro que está mudando, a necessidade de cortar custos ou maior praticidade vem deixando essa pratica cada vez mais comum, hoje pessoas se dão carona para o trabalho a fim de usarem um único veiculo, dividem o aluguel de imóvel para cortar custos.
Além das vantagens econômicas, cortes de custo e renda extra ou total, esse método afeta positivamente a vida, pois evita o consumismo, o desperdício e consequentemente a poluição no meio ambiente.
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