A cada dia que se
passa o mundo se torna cada vez mais globalizado, com isso gera vários fatores
ruins, incluindo problemas econômicos existente no mundo todo. Qualquer crise
em qualquer país atinge o mundo inteiro rapidamente, nós não podemos imaginar o
Brasil fora dessa crise mundial. A União Europeia é um belo exemplo disso. Com
a crise acelerada na União Europeia ela derrubou o índice da bolsa de valores
criando uma crise econômica mundial.
Os motivos principais que levaram a crise na Europa foram:
crescente endividamento público, vindo principalmente da Grécia, e também não
houve determinado acordo pra solucionar o endividamento público o que acelerou
mais ainda a crise mundial que estaria por vir. Com isso gerou diversos
problemas como, por exemplo: fuga de capitais que investiam na Europa, muitas
pessoas ficando desempregados, queda ou baixo crescimento de bens (PIB) e o
espalhamento da crise para vários países que mantém relações comerciais com a
União Europeia (Incluindo o Brasil).
A União Europeia tentou solucionar os problemas econômicos
criando meios como a maior participação da FMI e do Banco Central Europeu para
ajudar a enfrentar a crise e a ajuda financeira para ajudar outros países como,
por exemplo, a Grécia.
Mas será que essas medidas implantadas pela UE solucionaram
os seus problemas? Será que elas conseguiram resolver a crise e evitar que ela
se espalhasse para o mundo inteiro? A resposta como todos sabem é não. A UE é
conhecida como uma região que se desenvolve com facilidade é uma região que o
avanço econômico é muito grande e inclusive gera emprego com facilidade para
toda a população. De fato a UE é um dos países que serve de exemplo para os
demais, com isso em mente muitos países investiam lá e muitos imigravam para os
países da UE.
Com a crise econômica muitos países pararam de investir nos UE,
isso aconteceu por causa da crise da Zona do Euro, essa começou por causa de
problemas fiscais tais como os países gastavam mais do que arrecadavam em
impostos com isso geravam dividas muito altas que dificilmente eles conseguiam
solucionar. Com isso em mente muitos investidores começaram a desenvolver medo
em investir seu dinheiro em países europeus e que eles não seriam capazes de
quitar todas as dividas contraídas.
Nenhum país consegue fugir dessa crise atual, um agravamento
da divida entre a Grécia e a Zona de Euro já é percebida no mundo todo. Essa
crise não pode causar um susto tremendo contudo ela gera diversos tipos de
problemas graves aqui no Brasil tais como na saúde e na economia brasileira que
já anda debilitada.
Quando os gregos rejeitaram as reformas exigidas pelos credores,
onde deixaram de pagar uma parcela de 1,6 bilhão ao FMI, o país corria risco de
ter que abandonar a a Zona de Euro e teria que sustentar a sua economia sozinho.
Mas ainda haveria a terceira ajuda financeira, contudo o país deveria aceitar a
reforma que lhe foi proposto para não sair da Zona de Euro caso contrário, eles
sairiam.
Todos os países sofreriam, não com tanto impacto, com a saída
da Grécia da Zona de Euro, incluindo o Brasil. O impacto econômico não seria
tão grande visto que a maioria dos países já haviam diminuído a exposição a
Grécia. Mas qual seria então o impacto no Brasil? Vários fatores seriam afetados
com isso, alguns deles são: a queda nas exportações, a alta do Dólar e o
aumento dos juros abusivos.
Analistas creem que essa crise grega pode provocar uma
pressão maior sobre câmbio, com a desvalorização do Dólar. Isso aconteceria
porque o mercado ficaria desconfiado com os países emergentes o que afeta
diretamente a cotação de suas moedas com isso os países correriam para a moeda
americana tornando ela mais valorizada. Com a desvalorização do real
pressionaria a inflação no Brasil levando a sociedade brasileira consumir mais
por aqui no Brasil e parar de comprar no exterior, elevando os preços de
absolutamente tudo aqui no Brasil, como alimentação, transporte, gasolina, etc.
A alta do Dólar pode até favorecer os exportadores
brasileiros valorizando as suas mercadorias lá fora tais como produtos
agrícolas, mas o Brasil também é afetado visto que precisa exportar mais
mercadorias para outros países. A UE pode ser diretamente afetada pela saída da Grécia
da zona do euro porque ela é uma importante parceira comercial do Brasil. O
Brasil é o maior exportador individual de produtos agrícolas para a UE que
poderia ser prejudicado por causa da queda dessas mercadorias.
Outro
fator é o aumento da taxa de juros pagas pelo dinheiro que vem do exterior.
Essa taxa de juros pode até ajudar a diminuir a inflação aqui no país, contudo
dificulta a vida daquelas pessoas de baixa renda que compram coisas a prazo. Quando
há crise em alguns países o mundo encara o país de uma forma diferente não
confiando neles, daí para serem recompensados eles coloca juros altíssimos para
a população pagar e ajudar o país que está em crise. Com a inflação aumentando
cada vez mais, o Banco Central aumenta ainda mais os juros que poderá chegar a
14% nesse final de 2015.
A única coisa que o Brasil precisa é de mais seriedade na
área econômica para passar por esse período turbulento e não fazer discursos
para “amansar” a população. A sociedade não aguenta viver mais dessa forma,
sendo desrespeitada pagando juros absurdos, pagando altos impostos e não ver
retorno no sentido econômico. Muitas pessoas com uma renda baixíssima antes da
crise já careciam de atenção, já passavam por necessidades materiais. Imagina
então essas pessoas agora nessa crise, precisando suprir suas necessidades físicas
mas não conseguindo porque não tem dinheiro para isso, muito menos emprego para
conseguir se sustentar. Os governos deveriam olhar melhor para a necessidade da
população ao invés de pensar primeiro neles.
“As dificuldades ajudam a ensinar e fortalecer, já as
facilidades contribui em iludir e enfraquecer, onde o crescimento econômico
acelerado possibilita a criação das crises e as crises intuitivamente causa a
destruição da economia.” – Mitchell (Ciclos econômicos e suas causas).
Espero que quando passarmos por esse período turbulento de crise
econômica todos os países se conscientizem pelas coisas ruins que fizeram em
seus governos e mude de atitude para assim ajudar a economia a crescer e ajudar
a população a ter uma vida estável.
Referência: g1.globo.com/economia/mercados
Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães
Data: 21/11/2015
Professor: Yuri Oliveira
Série: 3º A Matutino
Alunos(as): William Silva, Thainá Batista, Emily
Cristina, Hiago Henrique, Eduardo Jesus, Rafael Oliveira, Júlia Finamore.
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