Geografia

Por meio deste blog a turma do 3º ano A vem apresentar suas pesquisas da matéria de geografia sobre trabalhos discutidos em sala. Essas serão expostas por meio de textos que apresentados ao longo do trabalho.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Vídeo - Estado Islâmico e sua política expansionista



Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães
3ºA-M
Equipe: Bruna silva, Gabriel Lago, Julio César, Natalie Nascimento, Lis Aire e Amanda Silva.

sábado, 21 de novembro de 2015

A economia colaborativa e o impacto no mercado formal.

Componentes: Joyce Bispo, Milena Oliveira, Mateus Mendes, Edilane Faleta, Thaís Oliveira e Dênis Fábio.


''A economia colaborativa e o impacto no mercado Formal''
A economia colaborativa vem crescendo cada dia mais, junto com a tecnologia e a comunicação que possibilita o avança desse processo. Novas formas de negociações, compras, vendas, trocas e acesso a outras ferramentas, desperta o interesses de muitos consumistas, e rompe com antigas formas de negócios.
Novas empresas estão surgindo, antigas empresas buscam uma forma de adaptação ou se unem a outras empresas com o objetivo de desenvolver estratégias para continuar nessa disputa. Prestadores de serviços, fomentadores de mercado e provedores de plataforma são alguns opções que quanto mais concentrada, mais a possibilidade de sucesso. Mas como fica a situação do mercado formal? Quando consumistas começam a notar que podem ter uma ligação direta com a fonte de interesse, sem ter que pagar preços adicionais e que as vantagens de ter um serviço, que possibilita um meio melhor, mais seguro e mais claro de negociação e que se pode lucrar, eles deixam de depender do mercado formal. O que faz mudar completamente a forma econômica de um país e que leva a nova forma de gerar capital.
Se pararmos para fazer uma analise da atual crise, muitas pessoas encontram-se em desvantagens, enquanto outras encontram uma oportunidade de crescimento. Por meio desse processo muitas pessoas utilizam das redes sócias, e sites de trocas, estabelecendo um contato que permiti uma ida e vinda de ideias e um encontro de interesses que antes eram dispensados e agora podem ser uteis.
A economia colaborativa é um setor moderno onde a reutilização de produtos é o conceito simples. Com a tecnologia avançada que se tem hoje é possível se comunicar cada vez mais rapidamente o que beneficia este setor.
Em tempos de crise, como o atual, a economia colaborativa é de grande utilidade, já que envolve a troca de bens de consumo, bens estes que seriam comprados em grandes empresas.
Apesar de moderno e muito promissor, este tipo de serviço não é novo, já que desde a muito tempo já ocorria os chamados " aluguéis " onde o mesmo produto é utilizado várias vezes por variadas pessoas, assim como também a redistribuição, onde são vendidos produtos usados ou semi-novos.

Muitos sites na Internet criados para atender esta categoria são úteis visto que facilitam a divulgação dos bens que serão vendidos em grande de forma mais ampla, atingindo um número maior de pessoas. Outro fator interessante é o compartilhamento de conhecimento, onde pode- se trocar o aprendizado de um curso, por exemplo, enquanto ensina inglês a alguém, este te ensina a tocar violão, a ideia é essa. Isso evita a despesa de um curso, poupando assim o bolso do indivíduo.
Trata-se de o compartilhamento de serviços ou produtos que podem variar de alugueis, compartilhamento, troca de objetos ou alugar um comodo de sua casa.


A economia colaborativa no Brasil cria um grande receio e medo na população se ate empresas as vezes não cumprem o proposto porque uma pessoa comum cumpriria? Com todo esse receio é preciso de algum meio que assegure a relação de negocio, essa tarefas vem principalmente de aplicativos por serem práticos acessíveis e muitas vezes contarem com um recurso de avaliação que julga o contratante e o fornecedor do serviço ou produto, se ocorrer algo errado com o compartilhamento, como a quebra do produto ou serviço de baixa qualidade o usuário pode dar sua avaliação de forma negativa avisando futuros contratantes ou fornecedores, o mesmo pode acontecer se tudo ocorrer bem, o usuário pode dar sua avaliação positiva aumentando assim a divulgação.
Com tanta praticidade dada pelos aplicativos torna-se fácil surgir a economia colaborativa no Brasil, o único ponto de contrapartida é a falta da cultura de compartilhar, quadro que está mudando, a necessidade de cortar custos ou maior praticidade vem deixando essa pratica cada vez mais comum, hoje pessoas se dão carona para o trabalho a fim de usarem um único veiculo, dividem o aluguel de imóvel para cortar custos.
Além das vantagens econômicas, cortes de custo e renda extra ou total, esse método afeta positivamente a vida, pois evita o consumismo, o desperdício e consequentemente a poluição no meio ambiente.

A redução dos investimentos educacionais no Brasil e os seus impactos

Por: Ariadny Alves, Daniele Carneiro, Gabrielle Araújo, Gleiziane Freitas, Lara Beatriz Melo, Luiza Lima, Stephanie Wendy 

  Há quem diga que a educação, apesar de ser um bem de primeira necessidade, é um bem que pode esperar. E que coisas como a saúde não pode esperar, e a segurança pública também não pode esperar... Se por um lado há a concordância diante do fato abordado, vale ressaltar que para a realização dessas "pequenas" demandas, é necessário que primeiramente a educação seja posta em prática, pois sem ela, seja dentro das escolas ou não, fica impossível que qualquer coisa seja concretizada. A educação é o principal bem que o ser humano pode ter, porém, os cortes em verbas públicas, principalmente na educação tem tornado esse bem tão precioso em uma coisa banal e muitas vezes desnecessária. Mas enquanto de um lado o mercado de trabalho exige cada vez mais qualificação, do outro o governo oferece a mesma, porém, a que se rever a qualidade cada vez mais sem conteúdo, e sem uma real fiscalização que possa ajudar a melhorar a educação e a falta de investimento que torna essa melhoria cada vez mais difícil.
  Um dos maiores problemas presente na sociedade brasileira é a má qualidade do sistema educacional, isso por causa da falta de fiscalização dos investimentos públicos. Assim os alunos que não possuem uma boa infraestrutura, professores bem qualificados assim como também uma metodologia eficaz de educação acabam não alcançando os objetivos da aprendizagem, obtendo um baixo nível educativo. Por esse motivo o Brasil encontra-se na 60ª posição no índice educacional na escala mundial, sendo que foram 76 países avaliados, ou seja, perdendo apenas para países pobres. E também é o 8° país com mais adultos analfabetos.
  A estrutura de uma escola influencia na formação de um estudante, pois ela causa interesse, ajudando-os a interagir mais na aula e transformando o ambiente escolar tornando-o sempre agradável e propicio para o aprendizado, ou seja, se esta estiver conectado com as novas tecnologias, carteiras em bom estado e principalmente saneamento básico, consequentemente auxilia na educação do indivíduo. Mas, não é o caso de muitas instituições educacionais brasileiras, que sofrem com as péssimas condições de ensino e estrutura, um bom exemplo disso foi a reportagem exibida pelo programa “Fantástico” da TV Globo, onde os moradores da região Nordeste no estado de Pernambuco mostram suas indignações: “Essa água não é ideal para ser tomada e, principalmente dar ela para as crianças. Isso aí tem um germe total. Eu trabalho aqui, mas dela eu também não bebo, revela um dos entrevistados”, e “Tem aluno que até cai da carteira, principalmente os menores, da educação infantil, diz uma moradora de Codó, no Maranhão”.
  Além da falta de estrutura em várias escolas ainda existe algo mais grave como os professores sem a devida qualificação, ou até mesmo sem nenhuma preparação. Outros motivos que desmotivam os profissionais da educação é a falta de valorização, pois recebem um salário baixíssimo, péssimas condições de trabalho e alguns sofrem por ameaças feitas pelos estudantes, pais e até mesmo por pessoas da comunidade escolar causando medo, doenças ocupacionais e desinteresse pela profissão. Ainda tem professores que não qualificam seus métodos de ensino, dando aulas tediosas, ou até mesmo por causa da dificuldade de utilizar tecnologia nas salas de aula, assim dificultando ainda mais seu trabalho. Mas, o principal de todos os motivos é o salário, que deveria ser maior para incentivá-los e eles não terem que trabalhar em várias escolas ao mesmo tempo e também recorrer as greves durante o período letivo em busca de melhoria salarial, o que acaba atrasando e prejudicando os alunos, sendo que os governantes poderiam aderir as suas propostas para evitar esse prejuízo a educação.
  Outro dado preocupante na educação foi o apontado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que realizou uma pesquisa em 2014, apontando o percentual de pessoas analfabetas no Brasil, tendo o resultado de 8,3%, em uma soma de 13 milhões de pessoas. Essa taxa consequentemente prejudica a inclusão profissional no país, assim, tendo que agregar profissionais de outros países em busca de mão de obra qualificada. É preciso investir na educação desde a infantil até a universidade para melhorar o sistema educacional brasileira, dessa forma acabar com a carência de qualificação técnica dos jovens brasileiros.
  Outro motivo da carência de profissionais que cada vez mais vem aumentando, é a entrada do jovem no mundo do crime, que procuram através dele um veículo fácil de conseguir dinheiro tanto para ajudar a sua família quanto por falta de incentivo do estado. Onde muitos acreditam que diminuindo a maioridade penal para 16 anos irá minimizar esse problema, mas, a solução está em investir na educação, dessa forma trazê-lo para a escola, que consequentemente aumentará a qualificação dos profissionais em diversas áreas do mercado de trabalho.
  É cada vez mais evidente o aumento de jovens e crianças que trabalham em comércios e nas ruas, dando origem ao trabalho infantil. Tendo cerca de 1,7 milhão de adolescentes de 15 a 17 anos fora da escola, esta grave situação vem causando sérios problemas, sendo que para inverter esse quadro o governo poderia investir mais em cursos técnicos gratuitos para agregar a sociedade, e nos esportes pois, é uma forma de tirar os jovens da marginalidade, pois não são todas as pessoas que tem condições para investir na educação de seus filhos. Assim, eles obtém essa oportunidade de um conhecimento maior para daí se tornarem pessoas qualificadas e com um futuro brilhante.
  É preciso observar que o Brasil costumava gastar até mais do que os Estados Unidos em educação, o problema é que as ações eram aplicadas de forma errada, dando ao país uma educação de baixo nível. E como se não bastasse, no atual momento de crise, foram anunciados muitos cortes nos investimentos voltados para a educação no Brasil se sem esses cortes a situação já era preocupante, a partir de agora, a situação ficará ainda mais crítica, não somente os brasileiros estão preocupados com os últimos acontecimentos, como também, a ONU, que demonstrou está bastante alarmada e enviou documentos mostrando a preocupação e também todas as necessidades que o Brasil tem e que deveria priorizar as melhorias. Pois se o país continuar com esse índice educacional, irá levar mais 30 anos para conseguir universalizar o ensino médio.
  Não se deve deixar de comentar sobre o fato de que os cortes afetaram muito as universidades federais e estaduais, e também programas educacionais com o PROUNI e o FIES, levando milhares de estudantes a lutar por seus direitos, e conseguir uma chance de cursar a faculdade dos sonhos. Mas, este ano (2015) ocorreram falhas no sistema impedindo inscrições, o que é inadmissível no tempo em que a tecnologia deve ser uma aliada e não um problema. As inscrições deveriam ter começado pela manhã, no entanto o sistema só entrou no ar no início da tarde causando esgotamentos de vagas em alguns cursos. Após o anunciado e o tumulto, o governo liberou alguns bilhões para o FIES, porém, com estes investimentos foram cancelados compras de livros didáticos e outros.
  Outra polêmica que está trazendo muitas preocupações é a mudança de escola em reestruturação de ensino no estado de São Paulo. Onde, a ideia é dividir os ciclos em três: do 1º ao 5º ano do ensino fundamental I; o segundo, dos alunos do 6º ao 9º ano do fundamental II, e o terceiro reúne os três anos do ensino médio. O problema é que muitos alunos terão que ser transferidos para o ciclo que corresponde ao seu grau de ensino, que por sua vez, nem sempre estará perto de sua casa prejudicando a rotina de seus pais ou dificultando a adaptação dos estudantes em escolas que não escolheram, e sim que foram obrigado a estar em pleno meio do ano letivo.
  Todos esses problemas são acarretados principalmente por um corte continuo na verba que deveria ser voltada para a educação, essa que vem sendo sucateada pelo governo brasileiro desde sempre até atualmente no século XXI e está entrando em uma visível degradação. Com escolas depredadas, equipamentos que deveriam servir de apoio didático quebrado ou destruídos e precariedade nas situações bancárias de escolas que por vezes não tem dinheiro nem para comprar o lanche que deve ser servido aos alunos, esse que é obrigatório e está prescrito na Lei nº 11.947, de 16 de Junho de 2009 no Artigo 2º parágrafo VI e no Artigo 3º onde consta claramente nos dois o direito à alimentação escolar.
  Toda essa situação tem se tornado tão recorrente que a população já não se espanta mais quando é anunciado um novo corte a uma verba educacional. É cada vez mais discutido ao precariedade na educação, porém apesar de toda indignação e vontade de mudança por parte da população, alunos e professores, o governo coloca cada vez mais a tão sonhada educação de primeiro mundo em segundo plano pois é conveniente ao mesmo uma sociedade automática que não contradiz e nem se espanta com a falta da educação. Apesar de avanços evidentes desde o ano 2000, a educação tem muito o que melhorar, em questão de investimentos a favor de melhorias visíveis e na melhor administração e distribuição da renda voltada para a educação, além de uma reorganização no ministério da educação para evitar assim mais desvios de verbas que poderiam estar beneficiando milhares de pessoas.
  O Brasil só irá evoluir com o planejamento educacional, já temos exemplos de países que conseguiram dar a volta por cima como o Japão e outros países que ao saírem da Segunda Guerra Mundial, para se reerguerem investiram massivamente em educação, criando métodos eficazes e incutindo em seu povo a cultura de valorização dos profissionais da educação. Nenhuma sociedade evoluiu sem que entendesse que o pilar de tudo sempre foi investir e aplicar corretamente os recursos destinados à educação, criando métodos verdadeiramente eficazes, que consigam atingir reais objetivos, é necessário traçar metas e permitir que elas realmente se tornem reais e saiam do papel, pois teoria e prática precisam andar juntas. Um povo educado adoece menos, pois com informações previne-se muitas doenças e não é preciso tanto investimentos em segurança, pois teremos de fato menos violência. A educação é a única saída para evolução de um povo.     

Referências Bibliográficas:

O conflito racial nos EUA, suas causas e consequências


O CONFLITO RACIAL NOS EUA, SUAS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS.

Alissa Tsuzuki
Ana Débora Santos
Cidelia Alves
Isaías Almeida
Lucas Bacelar
Weyber Keny


RESUMO
O objetivo central desse artigo é a discussão sobre os conflitos raciais, particularmente falando os EUA, abordaremos a realidade de composição racial e o processo ocorrido da segregação e fatores que determinava ao longo da história na desigualdade significativas em questões sociais, biológicas e humanas. Hoje o racismo se manifesta de uma maneira isolada e pública, que em consequências gera episódios violentos. Há certos grupos e movimentos sociais que tentam encerrar a discriminação social e econômica, integrando os negros na sociedade. Apesar dos grandes avanços na legislação, a intolerância pela raça negra persiste.

Palavras-chaves: conflito racial, racismo nos EUA, segregação racial, desigualdade social.

INTRODUÇÃO 
 
A questão racial nos EUA, remota no período de colonização, que está inserida ao Sul do país que foi exatamente a região onde teve a maior concentração de exploração de mão de obra escrava. Por essas razões, o Sul do país concentra os maiores problemas raciais.
O preconceito racial é um fator existente em todos os lugares, a sociedade navega em um mar de racismo, desigualdade e preconceito. Os EUA é um dos principais países que possui um alto índice de crimes e atos brutais relacionadas ao racismo. Ao tratar desse tema, não se pode deixar de citar um dos principais lutadores contra o racismo, Martin Luther King, um homem que lutou pelos direitos dos negros e recorreu a todos os meios para alcançar essa igualdade, em um dos seus famosos discursos realizado nas escadarias do Lincoln Memorial, Washington- “eu tenho um sonho de que meus quatro filhos viverão um dia, numa nação onde não serão julgados pela cor de sua pele, mas pelo conteúdo de seu caráter”- com esse discurso Martin Luther King, comoveu milhares de pessoas com a realidade vivida pelos negros daquela nação.
Mas será que o racismo ficou no passado? Ainda hoje, as pessoas lutam pela igualdade racial? Apesar de todas as lutas e manifestação que ocorreram, marcando a história de muitas pessoas, os negros ainda não alcançaram essa igualdade e não são vistos com bons olhos diante da sociedade.
A maioria dos bairros periféricos nos EUA possui uma grande população negra e ocupam classes sociais mais baixas. Vários fatores impulsionam a isso, como a falta de oportunidades para um jovem negro no mercado de trabalho, que para os brancos tem uma grande facilidade de ingressar nesses mercados. Com isso muitos optam por entrar no mundo da criminalidade e das drogas, que em seu favor, oferecem melhor qualidade de vida e além do fácil acesso, tornando a convivência entre os negros e brancos seja ainda mais complicada e repleta de preconceitos.

Conflito racial: comparação com os EUA e o Brasil.

Em 1994, o filosofo Wintan (1994) desenvolveu uma crítica profunda contra a maioria das interpretações sobre as relações sociais, segundo ele, não se deve considerar o poder dos movimentos uma forma isolada, e sim historicamente como uma relação de poder, onde os dominantes e os dominados tem uma importante participação, com isso ele quer passar a ideia de que as relações raciais tendem a ser desde os primórdios, pois a tribo que sobressairá era a dominante. A concepção que ele trata é que os EUA, vive em uma situação preconceituosa desde a sua colonização, dado a esse conceito pode-se dizer que Wintan (1994) aconselha a não esquecer o passado mas focar no futuro. O sentimento de superioridade racial que acompanhou o colonialismo nos EUA se espalhou pelo mundo, hoje em dia, ainda se considera a supremacia racial branca a “dominante”, reafirmando a concepção dele sobre “Dominante e Dominado”.
Com a reeleição de um presidente negro nos EUA, segundo pesquisadores, teria menor índice de caos relacionados a tensão racial, mas especialistas afirmam que a eleição de um presidente negro não minimizou os problemas raciais, deixando muitos decepcionados.
Nesta nova visão, os EUA, sempre teve um grau de mestiçagem muito elevado, onde a convivência entre as pessoas de cultura e raça eram bastante distintas. Ultimamente, esta intensificação de conflitos raciais é comum no aumento da violência policial contra os negros, terrorismo à igreja afro-americana e além dos ataques do grupo Ku Klux Klan. Casos recorrentes mostram que os negros sempre foi o alvo desses extermínios, como por exemplo o que ocorreu em Ferguson (Missouri), a população protestou depois de um policial branco matou um negro desarmado, o que repercutiu muito na mídia. Estatísticas indicam que 80% das pessoas abordadas pela polícia de Nova York são negras ou latinas.


 
Conflito entre policiais e manifestantes em Ferguson, no Missouri
Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/11/veja-oito-conflitos-nos-eua-ocasionados-por-diferencas-raciais-4650366.html

Os assassinatos de negros nos últimos anos, trouxe uma discussão em relação ao racismo existente na sociedade norte-americana. No início do século XIX, os crimes raciais tiveram com maior intensidade, com os ataques do grupo racista a Ku Klux Klan, que tem como seu objetivo de impedir a integração entre brancos e negros, e por meio do terrorismo e outras atividades violentas, até hoje aterrorizam os negros. Segundo os membros da organização (KKK) formada em 1866, “os negros são economicamente incapazes e destinados a escravidão”- diante disso, colocavam terror entre a população negra. Além disso, as autoridades e os governadores impediam os negros de ter o acesso a voto e priva-los socialmente.

 
Cruz sendo queimada, atividade introduzida por William J. Simmonk, o fundador da segunda Klan em 1915
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ku_Klux_Klan

No Brasil, há uma grande diferença como os EUA lidam a respeito do passado da escravidão, ambos aboliram, mas o racismo persiste. Em uma sociedade que é dividida os negros dos brancos, nos EUA, como as leis segregacionistas, neste caso a miscigenação será desconhecida, ou seja, praticamente impossível. O fato é que essa pratica oficial dos americanos, fez com que os negros tomassem atitudes para organizar e derrubar a leis em que a maioria conseguiu conquistar os seus objetivos. É bastante irregular ver poucos negros em condições superiores, que não tiveram o respeito que merecem, infelizmente vivemos em um mundo onde a exterioridade física é mais importante que o caráter.
Já aqui no nosso país, as leis segregacionistas nunca foram oficiais, o que possibilitou na facilidade de convívio, no entanto pode-se dizer que há uma segregação de classes sociais, divididas entre ricos e pobres. Como o Brasil é um país constituído por uma miscigenação de raças (brancos, negros e índios) o que mostra como a distinção de raças é comum, porém a discriminação e o preconceito atuam de forma camuflada e informal.


CONCLUSÃO

O aumento de conflitos raciais nos EUA, é considerado pela distribuição desigual de espaço e direitos, o que se observa que mesmo após da eleição do presidente Obama, o preconceito ainda se mostra bastante evidente. O Brasil e os EUA, ambos são etnicamente e racialmente diferentes, mas a grande questão está relacionada a formação histórica desses dois países. Segundo as pesquisas, a população brasileira é composta por 43% de negros, enquanto nos EUA apenas 12% do total da população é negra, isso é facilmente observado numa variedade de situações. Com relação aos comportamentos raciais dos americanos, é necessário que, tanto os brancos e negros tendem aceitar a integração de diferenças de raça e reconhecer os valores sócio-culturais.

REFERÊNCIAS 

 https://www.artigos.com/artigos-academicos/sociologia/7071-conflitos-raciais-o-problema-do-mundo

 http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/eua-ainda-vivem-sob-tensao-racial-20-anos-depois-de-revoltas-2ap2ke9rz1pks1m9clcy0lb2m

https://pt.wikipedia.org/wiki/Segrega%C3%A7%C3%A3o_racial_nos_Estados_Unidos

 http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2014-08-21/analise-eua-mudaram-mas-tensao-racial-ainda-e-um-problema-no-pais.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/Problemas_sociais_dos_Estados_Unidos

http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_noticias/academia/id140503.htm